Um dos piores filmes da história do cinema nacional. Aliás, um dos piores filmes da história do cinema.
Os poucos bons atores da rede Globo que ousaram a dirigir filmes, como Selton Mello, que dirigiu Feliz Natal, e Matheus Nachtergaele, deveriam continuar atuando, já que é o que eles sabem fazer bem.
Em A festa da menina morta, o protagonista atua de maneira exageradamente afetada evidenciando, assim, a falta de profundidade psicológica da personagem. Essa afetação histérica mostra o quanto as novelas ainda influenciam nossas produções cinematográficas.
O filme exagera ainda em cenas desnecessárias e a fotografia contribui para reforçar o tom deprimente e melodramático da produção.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Sugestão de filme
Quatro Noites com Anna (Polônia, 2008)
Filme com poucos diálogos cuja construção narrativa confunde o espectador ao misturar lembranças do passado à situações do presente. Narra a história de uma obssessão amorosa de forma pouco convencional. Fotografia maravilhosa. Melhor filme da semana.
Filme com poucos diálogos cuja construção narrativa confunde o espectador ao misturar lembranças do passado à situações do presente. Narra a história de uma obssessão amorosa de forma pouco convencional. Fotografia maravilhosa. Melhor filme da semana.
domingo, 29 de novembro de 2009
Vida de Índio
Durante a leitura de um livro de história fui surpreendida pela seguinte informação: até o ciclo do ouro, por volta de 1750, quando os bandeirantes desbravaram o Brasil e descobriram a região das minas, os habitantes do atual estado de São Paulo não falavam português mas sim o tupi-guarani. Ao invés, na região da atual Ouro Preto, dos 300.000 habitantes existentes na época, 250.000 eram escravos. Aprecio o estudo da história porque me faz refletir sobre meus antepassados e, consequentemente, sobre minhas origens. Enquanto em 1789 os franceses, sob a bandeira da Revolução, dedicavam o tempo às teorias filosóficas iluministas e assistiam ao surgimento dos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, no Brasil, não existia ainda o conceito de nação nem, tampouco, o de povo livre. Porém, minha intenção não é criticar, julgar ou comparar. Cada povo tem uma origem, um próprio percurso e, portanto, uma história singular.
Assim, me sinto feliz, profundamente feliz, pela textura da minha pele, pela cor dos meus cabelos, pela forma dos meus olhos, pela cadência do meu sotaque, pela simplicidade do meu povo, pela minha herança multi-étnica com um tanto de sangue tupiniquim.
Um abraço,
Karina
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Pensamento do dia (fonte: sabedoria popular italiana)
O sábio nada sabe, o inteligente sabe pouco e o idiota sabe TUDO!!!!!
Incrível como os idiotas sempre sabem tudo!
Incrível como os idiotas sempre sabem tudo!
domingo, 15 de novembro de 2009
Sugestões de filmes:
A banda (país: Israel)
Um dos melhores filmes dos últimos seis meses.
A partida (país: Japão)
Ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro de 2008 e, apesar de geralmente eu não gostar de filmes japoneses e nem de achar o Oscar uma referência, vale a pena assistir a esse filme.
Sugestões de livros:
A misteriosa chama da rainha Loana (Umberto Eco)
O livro foi bem traduzido para o português e é ilustrado com imagens interessantes do universo dos cartoons italianos. A leitura é prazerosa e me fez dar muita risada sozinha.
Não leiam:
O último conhaque (Carlos Herculano Lopes)
O livro é praticamente uma apologia ao suicídio. O escritor trabalha no estado de Minas e isso, por si só, já diz o bastante. A construção das frases é tipicamente barroca, ou seja, frases enormes, com mil vírgulas e digressões. Além do mais, o título já anuncia o modo como terminará o romance. Vocês devem estar se perguntando por quê eu o li: para o vestibular da UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), que todo ano prioriza os autores mineiros para o seu vestibular.
A banda (país: Israel)
Um dos melhores filmes dos últimos seis meses.
A partida (país: Japão)
Ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro de 2008 e, apesar de geralmente eu não gostar de filmes japoneses e nem de achar o Oscar uma referência, vale a pena assistir a esse filme.
Sugestões de livros:
A misteriosa chama da rainha Loana (Umberto Eco)
O livro foi bem traduzido para o português e é ilustrado com imagens interessantes do universo dos cartoons italianos. A leitura é prazerosa e me fez dar muita risada sozinha.
Não leiam:
O último conhaque (Carlos Herculano Lopes)
O livro é praticamente uma apologia ao suicídio. O escritor trabalha no estado de Minas e isso, por si só, já diz o bastante. A construção das frases é tipicamente barroca, ou seja, frases enormes, com mil vírgulas e digressões. Além do mais, o título já anuncia o modo como terminará o romance. Vocês devem estar se perguntando por quê eu o li: para o vestibular da UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), que todo ano prioriza os autores mineiros para o seu vestibular.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Novena do Descarrego
Mando à merda todos aqueles que falam pela boca, nariz e cotovelos sem saber o que fazer com os buracos dos ouvidos.
Mando à merda aqueles que me interpretam ou concluem minhas frases antes que eu as termine.
Mando à merda os pseudo alternativos com suas roupas de grife compradas em shoppings.
Mando à merda todos os que se alimentam de notícias sem questionar a fonte das informações.
Aproveito para mandar à merda todos os que consomem o jornalismo tendencioso da Veja, da Folha de São Paulo, do Estado de Minas, da Rede Globo e de tantos outros jornais nacionais e que se julgam bem informados.
Mando à merda quem coloca música alta sem se perguntar se alguém pode se incomodar com o barulho ou não.
Mando à merda, mando à merda, mando à merda e mando à merda.
Mando à merda todos os que querem, quiseram ou ainda vão querer me catequizar com seus pontos de vista ofuscados pelo engodo do capitalismo, do neoliberalismo, do hinduismo, do vegetarianismo, do zen-budismo, do feng-shui ou de qualquer outra crença, prática, parceria ou associação.
Mando à merda todos aqueles que adoram a expressão "agregar valor".
Mando à merda todos aqueles que fumam em salas fechadas durante as reuniões de trabalho e que me obrigam ou obrigaram a respirar a nicotina deles.
Mando à merda TODOS aqueles que acham que podem emitir opiniões, mesmo quando não foram solicitados para tal.
Mando à merda todos aqueles cuja única viagem curta ao exterior os torna profundos conhecedores da cultura do país em questão.
Mando à merda todos aqueles que se calam diante de uma injustiça, infração ou crime, em função de um interesse mesquinho e pessoal.
Mando à merda todos aqueles que, convictos da própria opinião, olham com desdém o saber alheio.
Mando à merda todos os tipos de fanáticos: desde os que brigam por religião, psicanálise, futebol ou política.
Se alguma dessas frases pareceu ter sido escrita para você, mando à merda você também.
Em nome da minha saúde mental, do bom funcionamento dos meus rins e da minha boa pressão arterial.
Amém!
Mando à merda aqueles que me interpretam ou concluem minhas frases antes que eu as termine.
Mando à merda os pseudo alternativos com suas roupas de grife compradas em shoppings.
Mando à merda todos os que se alimentam de notícias sem questionar a fonte das informações.
Aproveito para mandar à merda todos os que consomem o jornalismo tendencioso da Veja, da Folha de São Paulo, do Estado de Minas, da Rede Globo e de tantos outros jornais nacionais e que se julgam bem informados.
Mando à merda quem coloca música alta sem se perguntar se alguém pode se incomodar com o barulho ou não.
Mando à merda, mando à merda, mando à merda e mando à merda.
Mando à merda todos os que querem, quiseram ou ainda vão querer me catequizar com seus pontos de vista ofuscados pelo engodo do capitalismo, do neoliberalismo, do hinduismo, do vegetarianismo, do zen-budismo, do feng-shui ou de qualquer outra crença, prática, parceria ou associação.
Mando à merda todos aqueles que adoram a expressão "agregar valor".
Mando à merda todos aqueles que fumam em salas fechadas durante as reuniões de trabalho e que me obrigam ou obrigaram a respirar a nicotina deles.
Mando à merda TODOS aqueles que acham que podem emitir opiniões, mesmo quando não foram solicitados para tal.
Mando à merda todos aqueles cuja única viagem curta ao exterior os torna profundos conhecedores da cultura do país em questão.
Mando à merda todos aqueles que se calam diante de uma injustiça, infração ou crime, em função de um interesse mesquinho e pessoal.
Mando à merda todos aqueles que, convictos da própria opinião, olham com desdém o saber alheio.
Mando à merda todos os tipos de fanáticos: desde os que brigam por religião, psicanálise, futebol ou política.
Se alguma dessas frases pareceu ter sido escrita para você, mando à merda você também.
Em nome da minha saúde mental, do bom funcionamento dos meus rins e da minha boa pressão arterial.
Amém!
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